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Como o envelhecimento é um caminho irreversível, todos precisamos aprender a viver (e conviver) com esta fase da vida, da mesma forma que aprendemos a conviver com as demais fases, seja a infância, adolescência ou idade madura.

Atualmente, diversas pesquisas sobre o desenvolvimento humano revelam que o processo de envelhecimento não necessariamente se identifica com decadência, embora em determinadas situações ela apareça.

 
Informações dão conta de que, ficando à margem da sociedade, as pessoas tendem a enfrentar problemas sérios de saúde, que acabam por transformar a velhice em um fardo, para si e para os outros, principalmente porque são marginalizadas, por preconceito, no próprio contexto de convivência. A própria aposentadoria compulsória, em muitos casos, torna-se uma perversidade para a pessoa que ainda deseja e tem condições para produzir.
O sonho da maioria dos ocidentais em uma civilização industrial é trabalhar, ter um emprego ou exercer uma profissão liberal, e depois aposentar. Aposentar para estes, significa ficar numa situação supostamente idílica, e não fazer nada.
Constatamos que os bancos das praças públicas estão bastante guarnecidos destes aposentados, homens e mulheres, não fazendo nada, ou no máximo jogando damas. O que será que estão esperando, será que estão se dando conta disto? O mito da aposentadoria está bastante arraigado em todos nós, e apresenta sérios inconvenientes.
Muito relacionado com a conceituação de aposentadoria, se faz oportuno mencionar que em muitas culturas e civilizações, principalmente as orientais, o velho, o idoso é visto com respeito e veneração, representando uma fonte de experiência, do valioso saber acumulado ao longo dos anos, da prudência e da reflexão.

 

 
Enquanto em outras, onde se inclui a realidade do país em que vivemos, o idoso representa “o velho”, “o ultrapassado” e há, conseqüentemente, falência múltipla do potencial do ser humano.
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